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Três comportas abertas em Porto Alegre para escoar água de volta ao Guaíba

Medida facilita retorno de águas do Guaíba ao leito natural

Publicada em 20/05/2024 as 07:52h por Redação O Sul
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 (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

Em Porto Alegre, três comportas estão abertas com o objetivo de permitir o escoamento da água que inunda a capital do Rio Grande do Sul para o Guaíba. Fechada desde o dia 2, a comporta de número 3, da avenida Mauá (esquina com a rua Padre Tomé), foi derrubada pelo Departamento Municipal de Água e Esgotos na sexta-feira (17). A operação no Centro Histórico durou aproximadamente uma hora.

 

A decisão de abrir a comporta foi tomada, de acordo com o departamento, devido à diminuição do nível do Guaíba. Foi identificada uma diferença de 40 centímetros entre a água da Mauá em relação ao cais, segundo a prefeitura.

 

Além de aumentar o ritmo de escoamento, a sua abertura facilita o acesso a duas casas de bombas localizadas nas proximidades, cuja operação foi interrompida pela inundação, para recolocá-las em operação e aumentar a capacidade de drenagem em toda a região.

 

Além de um rebocador de navios e equipes do Dmae, a retirada da comporta contou com apoio da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo e teve como objetivo permitir que técnicos acessem as casas de bombas 17 e 18.

 

As outras duas comportas da Mauá que estão abertas nesse domingo são a 12 (avenida Voluntários da Pátria) e a 14 (avenida João Moreira Maciel). Essa última sofreu rompimento durante o processo de aumento do nível do Guaíba e está aberta de forma parcial.

 

Nos pontos que estão secos devido à baixa do nível da água, a prefeitura recolheu 545 toneladas de resíduos entre segunda (13) e sexta-feira.

 

O Guaíba deve permanecer acima dos 4 metros até o início da próxima semana e acima da cota de inundação, que é de 3 m, ao menos até o final do mês, devido à possibilidade de mais chuva.

 

 

 

 

 

Sul do Estado

 

A água flui em direção à lagoa dos Patos, no sul do Rio Grande do Sul, e aumenta a cheia em cidades como Rio Grande e São José do Norte, antes de desembocar no oceano Atlântico.

 

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou um alerta para a continuidade da elevação dos níveis da lagoa dos Patos.

 

A inundação histórica provocada pelas recentes chuvas no Rio Grande do Sul alagou ao menos 303 mil edificações residenciais e 801 estabelecimentos de saúde em 123 cidades, indicam dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

 

No total, 463 municípios foram afetados, sendo que 76.955 pessoas continuam desabrigadas e 540.633 foram desalojadas.




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