Redes Sociais

Encontre o que deseja

NO AR

Os Sucessos da Cidade

    Rio Grande do Sul

Assembleia do Cpers rejeita proposta do governo Leite para reajuste do piso do magistério

Sindicato reafirmou exigência de 14,95% para toda a categoria, incluindo os servidores de escola

Publicada em 04/03/2023 as 08:34h por Rádio Guaíba
Compartilhe
   
Link da Notícia:
 (Foto: Divulgação)

Por maioria, professores filiados ao Cpers Sindicato rejeitaram, nesta sexta-feira, o reajuste de 9,45% na tabela de remuneração dos professores da rede estadual, já protocolado pelo governador Eduardo Leite, em regime de urgência, na Assembleia Legislativa.

 

A categoria se reuniu em assembleia geral, realizada na Casa do Gaúcho, em Porto Alegre. Os sindicalizados reafirmaram a exigência de reajuste de 14,95% para toda a categoria, incluindo os funcionários de escola, servidores da ativa e aposentados – com ou sem paridade -, sem o abatimento de parte da parcela de irredutibilidade.

 

“Vamos para a luta buscar a nossa vitória. Vamos pressionar”, conclamou a presidente Helenir Aguiar Schürer, na abertura do encontro, após declarar ‘guerra ao governo’. A partir de terça-feira, o Cpers dá início a uma agenda de mobilização em defesa do índice

 

Com a proposta do Executivo, o primeiro nível da tabela da categoria atinge o valor do piso nacional do magistério, com repercussão proporcional aos níveis seguintes. O tucano recusou, contudo, estender o reajuste para aposentados sem o confisco da parcela de irredutibilidade.

 

“O primeiro nível da tabela, o A1, vai para o valor do piso e todos os seguintes terão a repercussão proporcional de 9,45%. A proposta contempla aposentados, mas, como em torno de 20% deles têm uma parcela de irredutibilidade, o reajuste incidiria consumindo parte dessa parcela. O que significaria que parte dos aposentados teriam um reajuste menor ou até não terem o reajuste”, admitiu o chefe do Executivo estadual, ao anunciar a proposta, em fevereiro.

 

Segundo o governo, o percentual apresentado garante o compromisso de pagamento do piso. O impacto financeiro estimado nas contas do Estado chega a R$ 488 milhões ao ano.




Nosso Whatsapp

 

Visitas: 3755016 | Usuários Online: 163

Copyright © 2019 - Grupo Cidade de Comunicação - Todos os direitos reservados