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Professora esfaqueada no RS: menina de 13 anos volta a ser apreendida pela polícia

Adolescentes de 14 e 15 anos foram transferidos para Novo Hamburgo. Atividades na escola de Caxias do Sul foram retomadas com reforço na segurança. Professora passa bem

Publicada em 04/04/2025 as 06:35h por Por Ana Júlia Griguol, g1 RS e RBS TV
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 (Foto: Reprodução)

A menina de 13 anos que havia sido liberada após ser ouvida pela polícia por suspeita de envolvimento no caso da professora esfaqueada em uma escola municipal voltou a ser apreendida nesta quinta-feira (3) em Caxias do Sul, na Serra do RS. De acordo com a Polícia Civil, a investigação encontrou novas provas que apontam suposta participação da adolescente no fato.

 

 

Após pedido do Ministério Público do RS (MPRS), o Judiciário determinou a internação da menina. Ela deve ser encaminhada a uma unidade Fase nas próximas horas.

 

 

Outros dois adolescentes, de 14 e 15 anos, também foram apreendidos pela polícia e seguem internados provisoriamente. Nesta quinta, eles foram transferidos para o Centro de Atendimento Socioeducativo Regional de Novo Hamburgo.

 

 

Nos próximos dias, devem ocorrer as audiências de apresentação relacionadas ao caso. Os adolescentes serão ouvidos sobre suas trajetórias de vida e escolaridade. Também será aberto prazo para manifestação da defesa. Posteriormente, eles poderão trazer suas versões do fato ou optar pelo silêncio, explica o TJ.

 

 

As datas não foram divulgadas, porque o processo tramita em segredo de justiça. Como se trata de internação provisória, os trâmites devem ser concluídos em até 45 dias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Retomada com reforço na segurança

 

 

As atividades na Escola Municipal de Ensino Fundamental João de Zorzi foram retomadas às 7h, com reforço na segurança. Uma guarnição da Guarda Municipal (GM) esteve na frente do prédio acompanhando a chegada dos estudantes.

 

 

A direção do colégio se reuniu com pais e responsáveis dos alunos para esclarecer os procedimentos a partir de agora. Algumas mães pediram encontros mais frequentes com o corpo docente e apoio psicológico para os estudantes.

 

 

A turma que presenciou o ataque é do turno da tarde e deve receber atendimento especial, com ações pedagógicas e psicológicas no retorno às aulas.

 

 

 




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