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Suspeito de ataque a tiros que matou jovem em Porto Alegre havia deixado presídio há menos de uma semana, diz polícia

De acordo com delegado, Julha Fagundes Cabreira, de 20 anos, não era o alvo dos disparos. Investigação apurou que atirador pretendia se vingar de homem que teria assassinado um familiar dele em 2022

Publicada em 31/03/2025 as 06:07h por Por g1 RS e RBS TV
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 (Foto: Reprodução)

O suspeito do ataque a tiros que matou uma jovem na Vila Planetário, em Porto Alegre, havia deixado o presídio há menos de uma semana, segundo a Polícia Civil. O crime aconteceu na sexta-feira (28).

 

 

O atirador, de 31 anos, foi preso em flagrante, horas depois, na Vila Ecológica, também na capital. Ele não teve o nome divulgado.

 

 

"Ele estava no sistema prisional até a última segunda-feira, quando ele obteve a progressão de regime, e voltou à circulação, e já na sexta-feira ele cometeu esse crime, infelizmente", afirma o delegado André Luiz Freitas.

 

 

Conforme o delegado, Julha Fagundes Cabreira, de 20 anos, não era o alvo dos disparos. A investigação apurou que o suspeito pretendia se vingar de um homem que teria assassinado um familiar dele em 2022.

 

 

"Segundo foi apurado, esse indivíduo pertence a um bairro dominado por um grupo criminoso rival, e conversando com ele, informalmente, ele relatou que o alvo dele seria uma pessoa que é vinculada ao tráfico de drogas ali na Vila Planetário", diz.

 

 

De acordo com a polícia, o atirador chegou de bicicleta por uma rua dos fundos. Ele atirou pelo menos 12 vezes em direção ao rival, que conseguiu escapar. Um dos disparos atingiu Julha, que estava ajudando o pai na reciclagem.

 

 

A mulher chegou a ser atendida no Hospital de Pronto Socorro (HPS), mas não resistiu aos ferimentos.

 

 

O suspeito seria integrante de uma organização criminosa e tem antecedentes por tráfico de drogas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Família é vítima da violência pela 2ª vez

 

 

Conforme relatos, esta é a segunda vez que a família é vítima da violência. O irmão de Julha, Rodrigo Fagundes Cabreira, então com 16 anos, também foi morto por engano.

 

 

Em março de 2022, um grupo armado realizou um ataque na Vila Planetário. Rodrigo foi atingido por um dos tiros e morreu na hora. O adolescente estava prestes a começar um estágio na Polícia Civil.

 

 

"A vila tá de cabeça baixa hoje. A comunidade inteira tá de cabeça baixa. Ninguém fala. Mas a gente vai pintar, vai colorir aquela comunidade de novo", reflete o professor e amigo da família Gabriel Goldmeier.

 

 

 




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