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Envolvidos em linchamento a suspeito de abusar de menina no RS podem responder por homicídio, diz delegado

Caso aconteceu em Tramandaí, no Litoral Norte. Criança desapareceu após sair sozinha para brincar e foi mantida refém por homem dentro de alçapão. Ela não corre risco de vida, passará por exames e receberá apoio psicológico

Publicada em 27/02/2025 as 06:47h por Por Ana Capellari, RBS TV
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 (Foto: Reprodução)

Os envolvidos no linchamento ao homem suspeito de abusar de uma menina de 9 anos em Tramandaí, no Litoral Norte do RS, podem responder por homicídio, segundo o delegado Alexandre Souza. O caso aconteceu na manhã de quarta-feira (26).

 

 

A Polícia Civil ainda trabalha na identificação dos envolvidos. Os PMs que prestavam atendimento à criança informaram que solicitaram apoio e tentaram impedir o ataque, mas uma grande quantidade de pessoas se aglomerou, agrediu o suspeito, depredou a loja e destruiu um carro que estava em frente. O suspeito não resistiu aos ferimentos.

 

 

A Brigada Militar disse que interveio com balas de borracha, gás de efeito moral e spray de pimenta para dispersar a multidão.

 

 

O homem que morreu tinha antecedentes criminais por feminicídio, tráfico de drogas, furto em veículo, crueldade contra animais e lesão corporal. Segundo o Tribunal de Justiça, ele cumpria uma condenação no regime aberto, encerrada no mês passado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Menina foi atraída com promessa de ganhar picolé

 

 

A criança foi sequestrada na tarde de terça-feira (25). De acordo com a Brigada Militar (BM) e Polícia Civil, a menina foi atraída pelo suspeito, dono de um estabelecimento comercial, com a promessa de ganhar um picolé.

 

 

"A garotinha estava escondida no alçapão, dentro de um buraco. Provavelmente foi abusada, agora vai depender das perícias", afirmou o delegado à reportagem.

 

 

O delegado ainda informou que a menina não corre risco de vida e que passará por exames e receberá apoio psicológico.

 

 

 

 

 

 

 

 

Local onde a menina foi mantida durante sequestro. — Foto: Redes Sociais/Reprodução

Local onde a menina foi mantida durante sequestro. — Foto: Redes Sociais/Reprodução

 

 

 

 

 

 

 

 

Entenda o que aconteceu

 

 

À reportagem, o pai da menina relatou que ela havia saído de casa no final da tarde de terça-feira, por volta das 16h, para brincar na praça em frente à residência onde mora, devido ao calor intenso.

 

 

Familiares estranharam a demora para o retorno da garota e iniciaram as buscas nas proximidades. Com a ajuda de vizinhos, espalharam cartazes e acionaram um carro de som que percorreu as ruas anunciando o desaparecimento.

 

 

Durantes as buscas, o pai da menina foi até a loja de conveniência onde a criança era mantida refém. Ele contou que estranhou a conduta do suspeito quando perguntou sobre sua filha. O homem descreve que uma música muito alta tocava no local, o que chamou sua atenção. Ele também suspeitou de um arranhão no nariz do suspeito.

 

 

A Brigada Militar e a Polícia Civil foram chamadas e, por meio de imagens de câmeras de segurança, identificaram a menina entrando na loja. Ao chegarem ao local, os agentes ouviram gritos de socorro vindos do interior do estabelecimento.

 

 

Uma busca foi realizada, e a criança foi encontrada presa em um compartimento escondido.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




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