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Golpe do amor: idoso que perdeu mais de R$ 2 milhões foi enganado duas vezes e fazia depósitos escondido da família

Polícia Civil considera o caso extremamente raro devido à repetição das fraudes. Transferências ocorreram entre 2022 e 2023

Publicada em 03/12/2024 as 06:35h por Por Eduardo Krais, RBS TV e g1 RS
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 (Foto: Reprodução)

O idoso de 71 anos vítima de uma fraude conhecida como "golpe do amor" foi enganado duas vezes pelo mesmo tipo de crime, segundo a Polícia Civil. O homem, morador de Jari, no Noroeste do Rio Grande do Sul, teve um prejuízo de mais de R$ 2 milhões entre 2022 e 2023.

 

Em um primeiro golpe, o homem transferiu diversas quantias para um grupo que se passava por uma mulher americana. O crime foi desvendado durante a Operação Dom Quixote, que identificou 13 suspeitos envolvidos na quadrilha responsável pelo golpe.

 

No entanto, o idoso foi novamente enganado em um outro golpe posterior com a mesma narrativa. A Polícia Civil considera o caso extremamente raro devido à repetição das fraudes, o que aumenta a complexidade da investigação.

 

A polícia ainda diz que conseguiu bloquear uma mínima porcentagem do valor transferido, mas que quase tudo foi perdido e não poderá ser recuperado.

 

 

 

 

 

 

 

Relação com a família

 

Após a família descobrir a quantia que o idoso estava perdendo, foi buscar ajuda e registrou o caso na polícia. Contudo, o homem seguiu fazendo os depósitos escondido. Os familiares precisaram conter o acesso do homem à internet.

 

De acordo com os oficiais responsáveis pela investigação do caso, os criminosos conseguiam fazer a vítima acreditar que realmente existia o cenário que era apresentado e que as mulheres existiam, o que foi contestado.

 

 

 

 

 

 

 

Relembre o crime

 

O golpe começou com um grupo criminoso que se passava por uma americana nas redes sociais. Utilizando um perfil falso, a quadrilha criou a identidade de uma suposta investidora, que prometia ao homem vir ao Brasil para conhecer a vítima pessoalmente.

 

Uma das estratégias da quadrilha era prometer o envio de presentes luxuosos, como joias, sob a condição de que o idoso arcasse com "taxas" de impostos, alfândega e tributos relacionados a encomendas internacionais.

 

A Delegacia de Polícia de Tupanciretã (RS) iniciou uma investigação que levou à operação que identificou 13 suspeitos de envolvimento no esquema criminoso. Na última quarta-feira (27), seis deles foram presos em cidades do estado de São Paulo, como a Capital, Santo André, Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos e Osasco.

 

O caso está sendo investigado como estelionato qualificado, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

 

 




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