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Estupro, estrangulamento e corpo em saco de ração: veja passo a passo da morte brutal da menina Hadassa

Criança, de 4 anos, estava desaparecida desde a madrugada de sábado e foi encontrada morta no domingo, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; primo de 22 anos confessou o crime

Publicada em 12/12/2023 as 07:12h por Por O Globo ? Rio de Janeiro
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 (Foto: Reprodução)

A menina Kemilly Hadassa Silva, de 4 anos, desaparecida desde a madrugada de sábado, foi encontrada morta no domingo, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Em nota, a Polícia Militar afirmou que o corpo estava na Rua Pernambuco, no bairro de Campo Alegre. Hadassa foi morta depois de ser abusada pelo próprio primo, de 22 anos. O suspeito do crime já está preso. Reynaldo Rocha Nascimento confessou o crime aos policiais. Veja o passo a passo da morte brutal da criança:

 

 

 

 

Desaparecimento

 

A mãe das crianças, Suellen Roque da Silva, de 29 anos, saiu de casa por volta das 23 horas e deixou Hadassa com os outros dois irmãos dormindo. Ao retornar, por volta das 5 horas da manhã, não encontrou a menina na cama.

 

 

Ninguém percebeu o momento em que a menina sumiu. A casa da família fica no mesmo terreno onde vivem outros parentes da família. Mas ninguém notou a presença de estranhos durante a madrugada.

 

 

Suellen relatou que quando chegou em casa, o portão que dá para os fundos do terreno estava completamente aberto. O terreno fica próximo a uma área de mata. Uma tia da menina contou que Hadassa não tinha o hábito de sair sozinha na rua e que costumava dormir a noite toda.

 

 

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Corpo encontrado em saco de ração

 

O corpo de Hadassa foi encontrado no domingo, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Em nota, a Polícia Militar afirmou que ele estava na Rua Pernambuco, no bairro de Campo Alegre. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que está à frente das investigações, afirmou que a criança foi estuprada.

 

 

De acordo com o delegado Mauro César da Silva Junior, titular da DHBF, o suspeito do crime é Reynaldo Rocha Nascimento, de 22 anos, primo de segundo grau da mãe de Kemelly e detido após ser agredido por vizinhos, no último sábado. Ele tem passagem por roubo e foi levado à 56ª (Comendador Soares) e depois encaminhado para a Delegacia de Homicídios. As equipes continuaram com as diligências, em busca da localização do corpo da criança, que estava escondido em um saco de ração.

 

 

 

 

Estrangulamento

 

Após a localização do cadáver, Reynaldo, ainda segundo a Polícia Civil, confessou o crime. Ele contou que havia retirado a menina de casa, pois sabia que ela estaria sozinha, afirmou a corporação. O suspeito disse que, após a violência sexual, Kemilly começou a chorar. Com medo de que o barulho atraísse a atenção de alguém, Reynaldo começou a cortar o pescoço da criança, mas mudou de ideia e a enforcou. Depois, escondeu o corpo.

 

 

 

 

Mãe foi a festa

 

A mãe de Kemilly, Suellen Roque da Silva, contou que havia ido a uma festa às 23h de sexta-feira, retornando para casa por volta das 5h de sábado. Nesse intervalo, a menina desapareceu. Ela conta que, quando chegou à residência, encontrou o portão completamente aberto. Kemilly teria ficado sob a supervisão de dois irmãos, de 7 e 8 anos, e dos tios, que têm uma casa no mesmo terreno.

 

 

O caso foi registrado na 56 ª DP (Comendador Soares) e encaminhado ao Setor de Descoberta de Paradeiros da DHBF. O Conselho Tutelar também foi informado, para acompanhar as investigações.

 

 

 

 

Sangue na casa

 

Com a detenção de Reynaldo, policiais militares foram até a casa dele, também na comunidade Beira Rio. No local foram encontrados resquícios de sangue. O imóvel foi isolado para a realização de perícia, feita pela DHBF.

 

 

 

 

Rosto deformado

 

O pintor Emerson Silva Roque, de 37 anos, esteve na tarde desta segunda-feira no Instituto Médico-Legal de Nova Iguaçu para fazer o reconhecimento do corpo de Hadassa. Segurando o vestido favorito da sobrinha e muito abalado, Emerson pediu justiça e afirmou que a irmã, Suellen, deveria pagar por ter deixado a menina sozinha com os irmãos no dia em que foi assassinada.

 

 

- Um dos vizinhos relatou que na madrugada ouviu gritos na casa dele. Localizamos junto a casa abandonada manchas de sangue. Ela (a mãe do suspeito) disse que era sangue de cachorro. Ele não só abusou, furou o rosto da minha sobrinha com chave de fenda. Ela estava com o rosto deformado. Eu só quero que ele seja preso. Ele tinha acesso à casa. Minha irmã precisa pagar pelo crime que ela cometeu. Ter deixado ela sozinha. A justiça precisa ser feita. Ele disse para o delegado que já sabia que minha irmã não estava em casa e que minha sobrinha não gritou porque já conhecia ele. Possivelmente minha sobrinha achava que estava levando indo ao encontro da mãe e foi aí que ele cometeu esse crime - lamentou.




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