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Babá agredida em Manaus se emociona ao relembrar episódio: Não tive nem chance de defesa. Me sinto humilhada

Cláudia Gonzaga Lima e o patrão dela, o advogado Ygor Colares, falaram ao Fantástico sobre os episódios de intolerância entre vizinhos que levaram à explosão de fúria

Publicada em 28/08/2023 as 08:27h por Por Fantástico
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 (Foto: Divulgação)

No domingo passado, o Fantástico mostrou imagens de uma babá sendo espancada por moradores do condomínio onde ela trabalha em Manaus e, após a grande repercussão, conversou com Cláudia Gonzaga Lima e o patrão dela, o advogado Ygor Colares, que acabou baleado ao tentar ajudá-la.

 

"Eu só senti quando ela me empurrou. Quando eu me virei, eu já fui apanhando literalmente, né? Ela já foi me batendo, me dando socos. Eu não tive nem chance de defesa. Eu me sinto humilhada, é assim que eu me sinto", emociona-se a babá ao relembrar o que sofreu.

 

Cláudia é babá do filho de 2 anos de Ygor, que se mudou para o condomínio onde tudo aconteceu com a família há três anos e é vizinho de porta do casal agressor. Ele afirma que, até o dia da primeira queixa dos vizinhos contra Cláudia, em julho, nunca tinha tido problemas.

 

"O Nonato e a Jussana me procuraram semanas antes de todo esse ocorrido, alegando que a Cláudia estava fazendo fofoca sobre eles no condomínio. A Cláudia negou veementemente qualquer ato de fofoca e eles ficaram irritados. Eles gostariam que eu demitisse a Cláudia", conta.

 

 

Antes da agressão, dois episódios já haviam ocorrido entre o casal e a babá no condomínio. Após o segundo, Ygor foi à polícia com Cláudia e registrou queixa por ameaça, injúria e ofensas contra a babá. Ao saber pelo advogado disso, Jussana também registrou um B.O, alegando que teria sido ameaçada de morte por Ygor.

 

“Nunca a ameacei. Não faz parte da minha índole esse tipo de conduta”, garante ele, que se emociona ao relembrar o que passou: "Se eu não tivesse aparecido ali, eu não sei o que teria acontecido mais com a Cláudia. Eu me senti na obrigação de defender a
Claudia naquele momento, mesmo sabendo que ele podia estar armado ali. Eu diria que foi o pior momento da minha vida".



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