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Escritor e ativista cultural Catulo Fernandes critica as últimas organizações da feira do livro de Camaquã

O poeta Camaquense observou que nos últimos anos a abertura da feira chegou a reunir apenas 20 pessoas

Publicada em 23/12/2024 as 07:35h por Rádio Cidade Camaquã
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 (Foto: Rádio Cidade Camaquã )

O escritor, pesquisador e ativista cultural Catulo Fernandes criticou a organização da Feira do Livro de Camaquã afirmando que a feira não deve ser tratada como um evento e sim como um acontecimento cultural, com programação definida três meses antes de sua realização e ampla divulgação junto as escolas. 

 

O poeta Camaquense observou que nos últimos anos a abertura da feira chegou a reunir apenas 20 pessoas. 

 

Catulo comentou os equívocos dos responsáveis que na edição deste ano homenagearam os 150 anos da imigração Italiana sem

nenhuma referência a Garibaldi. O ativista lamentou o fato de esquecerem de homenagear os 200 anos da imigração alemã, comemorada em 2024. 

 

Catulo Fernandes defende que a Feira do Livro de Camaquã aconteça na Praça Zeca Neto, local de maior fluxo, e não no centro histórico ao lado da praça Cel. Silvio Luiz, local fora do eixo central, o que dificulta o acesso de visitantes. 

 

O também escritor, pesquisador  e ativista histórico  professor Roberto Stepanski, tem criticado a precária organização da feira. Stepanski disse que em 2023 durante o lançamento da sua obra literária nem cafezinho a prefeitura disponibilizou aos convidados e que na edição deste ano, se quer recebeu convite para participar da feira. 

 

O professor Roberto Stepanski é integrante do Grupo de Pesquisas Históricas 5 de maio e defende que a data de fundação de Camaquã é 5 de maio e não 19 de abril, como vem sendo comemorado.




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