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PODEMOS, PT e PL não conseguiram eleger vereador em Camaquã

Partidos precisam renovar suas idéias, para voltarem ao protagonismo

Publicada em 11/10/2024 as 18:30h por Rádio Cidade Camaquã/jornalista Flávio Medeiros
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 (Foto: Reprodução )

O PT - Partido dos Trabalhadores presidido em Camaquã pela atual vereadora Marivone Ramos e o PL – Partido Liberal, presidido por Edson Kramer, não conseguiram eleger vereador para a legislatura 2025/2028 em Camaquã. Os partidos de Lula e Bolsonaro, não terão representantes na Câmara de Vereadores. 

 

O PL disputou o pleito com 9 candidatos e obteve 1136 votos no total. Já o PT disputou o pleito com 11 candidatos e obteve 1662 votos.  A atual presidente da sigla, Marivone Ramos ficou em segundo lugar, atrás da votação do professor Edson Oliveira. 

 

Em 2023 em conversa com o jornalista Flávio Medeiros, o ex presidente da sigla em Camaquã, Eduardo Silva, que foi vereador por 4 anos em Arambaré, retornou á Camaquã e disse que queria auxiliar seu partido na reorganização da sigla. A conversa do petista com o jornalista foi criticada internamente nas reuniões do partido. Dirigentes do PT criticaram Eduardo pela declaração, o tema gerou discussão interna. No pleito de 2024, Eduardo apresentou chapa para disputar a Prefeitura com obetivo de fortalecer o partido, entretanto, setores do PT local posicionaram-se contrário a candidatura própria.  

 

Nos últimos anos o Partido dos Trabalhadores perdeu lideranças locais, como o ex presidente da sigla Leandro Barbosa, que após as eleições de 2020 desfiliou-se do partido e o ex assessor legislativo Maiquel Oliveira, que também desempenhou funções junto a diretoria do partido. 

 

O não cumprimento do acordo assinado em 2020, pela vereadora Marivone, prevendo o mandato compartilhado, onde os 2 primeiros suplentes assumiriam por um período,  gerou uma crise interna, com reflexos negativos na sigla. 

 

Já o PL havia indicado o candidato a vice prefeito de Maranata, a decisão não teve aval na convenção municipal da sigla, e o PL retirou-se da coligação, parte do partido apoiou a chapa de oposição e outros a chapa da situação. 

 

O PODEMOS apresentou duas candidaturas ao legislativo e obteve apenas 4 votos, sendo que os 3 votos do candidato Carlos Guaspari, presidente da sigla, foram anulados, estando sob judice.




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