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Bolsonaro chora e agradece a Trump por abraçar Eduardo nos Estados Unidos

Para que o mal vença, basta que os bons se omitam, disse Bolsonaro

Publicada em 19/03/2025 as 06:00h por Redação O Sul
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 (Foto: Marcos Corrêa/PR/Arquivo)

O ex-presidente Jair Bolsonaro se emocionou, na terça-feira (18), ao comentar a decisão do filho, Eduardo Bolsonaro, de se licenciar do cargo de deputado federal e permanecer nos Estados Unidos.

 

 

“Para que o mal vença, basta que os bons se omitam. Hoje está sendo um dia marcante para mim. […] No momento, ele [Trump] continuará abraçando o meu filho”, disse o ex-presidente em coletiva no Senado Federal, durante inauguração do Memorial do Holocausto.

 

 

O anúncio do afastamento foi feito pelo próprio parlamentar em vídeo publicado nessa terça-feira. De acordo com ele, a decisão se deu com o intuito de poder se dedicar “integralmente” a buscar as “devidas sanções aos violadores de direitos humanos” e também a “resgatar liberdades perdidas” no Brasil.

 

 

À reportagem, o filho do ex-presidente – que corre o risco de ter o passaporte apreendido no Brasil, após representação criminal apresentada pelo também deputado Lindbergh Farias – disse que vai pedir asilo político nos Estados Unidos.

 

 

“Não tenho voo de volta para o Brasil. Devo fazer o pedido de asilo político ao governo dos Estados Unidos”, afirmou Eduardo Bolsonaro.

 

 

Caso a licença do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) exceda 120 dias, o suplente Missionário José Olímpio (PL-SP) assume o posto.

 

 

Ele é o segundo candidato mais bem colocado não eleito do partido em São Paulo. O primeiro suplente é Adilson Barroso (PL-SP), que já está em exercício por Guilherme Derrite (PL-SP) ter assumido o posto de secretário de Segurança de São Paulo.

 

 

O regimento interno da Câmara estabelece que o deputado pode solicitar licença do cargo para desempenhar missão temporária de caráter diplomático ou cultural, tratamento de saúde, ou, como no caso de Eduardo Bolsonaro, tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que o afastamento não ultrapasse 120 dias por sessão legislativa.

 

 

Caso a licença solicitada por Eduardo Bolsonaro ultrapasse o período previsto no regimento, a Mesa Diretora convocará o segundo suplente do PL em São Paulo, Missionário José Olímpio, que obteve 61.938 mil votos.

 

 

Em postagem publicada nas redes sociais, Eduardo diz ser alvo de perseguição, critica o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e chama a Polícia Federal de “Gestapo”, polícia secreta da Alemanha nazista.

 

 

“Irei me licenciar sem remuneração para que possa me dedicar integralmente e buscar sanções aos violadores de direitos humanos. Aqui, poderei focar em buscar as justas punições que Alexandre de Moraes e a sua Gestapo da Polícia Federal merecem”, disse.




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